Desde que eu me conheço por gente capaz de ler por horas a fio sem perder o interesse pelo assunto, uma das coisas que sempre mais me chamou a atenção são as lendas e histórias mitológicas.
Eu acho que meus pais até pensavam que tinha um filho problemática tamanho o entusiasmo. Sério mesmo!
Um dos meus maiores prazeres na época do ginásio/colegial era ir à alguma biblioteca pública, procurar o tema dos meus trabalhos (os Gregos, os Astecas, os Maias, Alexandre o Grande, Cleópatra), me debruçar sobre eles (os livros) e começar a extrair as tão valiosas informações que fariam parte do meu trabalho. Sem falar lógico das cópias P&B que depois eram coloridas à mão para fazer parte dos cartazes expositivos que me ajudariam nos seminários. Falar em público também nunca foi problema uma vez que me sentia muito a vontade com os assuntos tratados. E nem as brincadeiras dos colegas me importunavam (não importunam até hoje, diga-se de passagem).
Mas uma das minha maiores tristezas é que os livros acadêmicos nunca traziam informações sobre os seres mitológicos em si. Nunca encontrei em um livro de escola algo sobre a Medusa, o Pégasus, ou a Hydra. E dentre esses todos jamais encontrei nada sobre uma das minha maiores paixões: Os Dragões. Sim! Aquelas enorme criaturas aladas, cuspidoras de fogo que eram o terror dos nosso parentes distantes da idade média.
Eu sempre tive grande fascínio por essas criaturas, imaginado como povos tão distintos e de épocas tão diferentes podiam cada um ao seu modo deixar relatos sobre tais animais sem nunca jamais terem se cruzado. Dúvida de tais provas? Ora, basta ver que em vitrais da Idade Média há dragões pintados nas janelas. Na China antiga os dragões foram retratados em milhares e milhares de vasos. Os povos Andinos os deixaram registrados em suas paredes. E esses povos nunca se encontraram. Então alguém me explica como todos faziam referências aos dragões?
Um canal de TV por assinatura parece ter ouvido minhas indagações e foi a fundo na questão. Ontem a noite eu parei de teclar no MSN (coisa feia) quando ouvi um chamado do canal dizendo que haviam encontrado nas montanhas da Romênia o que podia tratar-se de um dragão inteiro completamente preservado!
Imaginem minha cara quando eu ouvi isso? Não pode ser verdade! Mas eles conseguiram cutucar o bicho da curiosidade dentro de mim. E às 20 horas lá estava eu estática em frente à maquininha de fazer doido, sem piscar acompanhando os detalhes do programa.
Tudo começa dentro do Museu de História Natural de Londres. Um dos mais respeitados no meio científico.
O programa começava com uma teoria muito louca de que um dos Tiranossauros (só os ossos dele claro) exposto tinha sido dizimado (pasmem) por uma espécie de dragão do tempo das cavernas. Mas por que meu espanto não é? Ora, os dinossauros são parentes distantes dos lagartos de hoje em dia não? Logo os dragões também, já que eram grandes lagartos alados, só que diferente de outras espécies, possuía seis membros. Dois pés, dois braços e duas asas. Um verdadeiro salto no processo evolutivo dos animais. Mas calmaé, você deve estar fazendo. Se os dragões eram vizinhos dos dinossauros como sobreviveram à nuvem de poeira que encobriu a terra e dizimou os largatões. Fácil, caros colegas. Se tubarões, baleias e outras espécies sobreviveram ao meteoro como poderiam os dragões tem levado uma vidinha pacata e sossegada até a Idade Média? É porque os dragões alados que batiam nos T-Rex tinham primos aquáticos também, ou vai me dizer que você nunca ouviu falar das terríveis serpente marinhas que apavoravam os piratas? Ou do monstro do Lago Ness? Bom, simplificando, foi assim que eles atravessaram as eras e chegaram até a turma do Rei Arthur. Um belo dia um dragão aquático cansado de viver de peixe e plancton saiu da água (visto que como seu primo jacaré ele era anfíbio) e resolveu procurar o que comer em outras paragens.
Seguindo a linha lógica e racional de todos os outros animais é plenamente possível que os dragões tenham se espalhado ao redor do mundo: China, Europa, América do Sul.
Pena que no especial da TV, eles mostram que provavelmente nossos amigos cuspidores de fogo foram extintos por um animal muito pior que ele: o ser humano.
Claro que para nossos ancestrais cabeça dura ver um largato enorme e alado comendo suas ovelhas e vacas não devia ser lá uma coisa agradável, tanto que costumavam chamar os dragões da idade média de Demônios da Montanha.
Por fim, lógico que um documentário sobre os dragões não é a prova exata de que eles realmente tenham existido, mas eu acredito do fundo da minha alma curiosa que existiram sim!!!
Tanto que quem estiver lá para ver daqui alguns anos vou fazer uma marca permanente dessa minha paixão. Já até estou pensando nos detalhes.
Ô mãe! Deixa eu ter um desse em casa? Ah, deixa vai? Ele é bonzinho, e útil! Imagina o que faríamos com tanto fogo!
Quem sou eu
- ﮒﻷŖэņęģắđởﻷﮓ
- Irajá, Rio de Janeiro, Brazil
- Estive deprimido nos últimos anos mas parece que acabou. Amanheci muito bem na segunda e continuei bem a semana toda. Percebi uma coisa muito importante. Percebi que sou livre. Estou no auge de minha forma física e mental e sou livre como nunca fui. Livre como talvez nunca vou ser. Mais livre do que a maioria das pessoas que conheço jamais será.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Dragões (?!)
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ﮒﻷŖэņęģắđởﻷﮓ
às
quarta-feira, dezembro 05, 2007
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Momento Alta Fidelidade
(Álbuns)
Inspirado no filme Alta Fidelidade resolvi colocar na berlinda os álbuns que mais tocam na minha vida ultimamente, mas diferente do filme esse é um top 10. Gostem ou odeiem apertem o play.
10 –Todos do Pearl Jam
Pearl Jam é uma banda oriunda da cidade de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento local Grunge e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 90. Eles, junto com Nirvana, Soundgarden, Mother Love Bone e Alice in Chains, ajudaram a popularizar o Movimento Grunge no início dos anos 90. Pearl Jam é uma das poucas bandas grunges que continuou ativa até hoje, mesmo após o fim das suas outras bandas contemporâneas.
A banda detém uma marca inusitada, durante a turnê de um de seus álbuns a banda lançou nada menos que 70 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê, suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornou-se um marco, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse os seus lucros para diminuir o preço dos ingressos de seus concertos para que os fãs fossem beneficiados, isso junto ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária tornaram Pearl Jam uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock. Eles tem um som simplesmente inexplicavel.
9 – Todos os do Foo Fighters
Foo Fighters é uma banda de rock dos Estados Unidos formada por Dave Grohl em 1995, após a dissolução de sua antiga banda, o Nirvana, ícone do "som de Seattle" (vulgo "grunge"). Seu nome é uma referência ao termo "foo fighter", usado por aviadores na segunda guerra mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos, considerados OVNIs.
A banda atingiu sucesso internacional, lançando vários hits incluindo "This is a Call", "Everlong", "Learn to Fly", "All my Life", "Times Like These", "Best of You" e "DOA". Dois de seus álbuns, There Is Nothing Left to Lose e One by One, ganharam o Grammy por "Melhor Álbum de Rock". Altamente recomendado
8 – Todos do Audioslave
Audioslave é uma banda de rock alternativo americana formada em 2001. Formada a partir da colaboração do ex-vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, com o guitarrista, baixista e baterista dos Rage Against The Machine, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, respectivamente. Em 2002, lançam Audioslave, seu álbum de estréia, que marca pelos sucessos "Cochise", "Show Me How To live" e "Like a Stone".
Já em 2005, é a vez de Out Of Exile, com os sucessos "Be Yourself" e "Doesn't Remind Me". No mesmo ano, a banda torna-se manchete a nível mundial ao gravar um DVD ao vivo em Cuba, indo contra a política norte americana de embargo imposta àquele país. Em 2006, foi lançado o terceiro (e último) álbum da banda, Revelations. No ano seguinte, com o anúncio de uma reunião do Rage Against the Machine durante o Festival Coachella de 2007 , Chris Cornell anunciou sua saída da banda, alegando "diferenças irreconciliáveis".
Apesar do fim da banda, ainda sou um fã incondicional deles.
7 – Todos do Daft Punk
O Daft Punk é atualmente um dos principais projetos de dance music francês. Foi criado por dois artistas parisienses, Guy-Manuel de Homem-Christo (nascido em 8 de Fevereiro de 1974) e Thomas Bangalter (nascido em 3 de Janeiro de 1975).
O nome Daft Punk foi inspirado em um artigo depreciativo, publicado na revista britânica Melody Maker. A revista classificara o primeiro trabalho do duo, gravado em 1992 no estúdio Duophonic, pertencente ao grupo Stereolab - na época, o duo se chamava Darlin' e fazia um rock ao estilo Beach Boys - como "um bando de punks bobos" (em inglês, "a bunch of daft punk").
Musica para se ouvir no trânsito caótico do Rio e relaxar...
6 – Todos do David Guetta
O francês David Guetta (Paris, 7 de Novembro de 1967) é um dos DJs e produtores que combinam o house de Daft Punk com elementos do electroclash. A carreira de Guetta começou a decolar já no final dos anos 80, quando o Acid House invadiu a França e através desse gênero ele promoveu seus próprios eventos. Ganhou destaque no Brasil e no mundo pela faixa "The World is Mine". "The World is Mine" foi lançada no álbum Guetta Blaster (2004) porém, somente em 2006 que ele emplacou no país. David Guetta também produziu remixes importantes para artistas como Benny Benassi, Cassius, Deep Dish e Moby. Grande parte de seus remixes foram feitos em parceria com Joachim Garraud nos remixes das sessões "F**k Me I'm Famous", nome baseado em suas famosas festas de mesmo nome em Ibiza. Para quem só conhece Love Is Gone eu recomendo profundamente ouvir esse álbum de ponta a ponta. E se possivel todos os outros também. Imaginem uma musica que faça você dançar mesmo quando está numa entrevista de emprego ou fazendo qualquer outra coisa importante. Deu para imaginar? Não? Então ouça
5 - Todos do The Killers
A banda começou no final de 2002, quando o vocalista Brandon Flowers respondeu um anúncio colocado por David Keuning em um jornal local de Las Vegas. Na época, Brandon tinha acabado de ser despedido de sua banda anterior por não querer se mudar com o grupo para Los Angeles.
David e Brandon começaram a compor logo que se encontraram e assim escreveram "Mr. Brightside", uma das únicas músicas que eles continuam tocando em todos os shows da banda. Depois de fazer testes com alguns bateiristas e baixistas, os dois musicos conheceram Ronnie Vannucci, um estudante de percussão clássica na universidade de Nevada em Las Vegas e o baixista Mark Stoemer.
Alternando os ensaios entre uma garagem e a Universidade de Ronnie, a banda começou a compor e dar vida às músicas que sairiam mais tarde no primeiro álbum do Killers, Hot Fuss. As músicas falam sobre assassinos, vítimas de AIDS do estúdio 54, namorados andógenos e por aí vai.
As notícias correram rápido sobre a banda e chegaram aos ouvidos de um selo londrino independente chamado Lizard King. Os caras do the Killers assinaram com o selo e saíram em sua primeira turnê, pela Inglaterra. A banda dividiu seu tempo entre sua turnê pela Inglaterra e a gravação do primeiro disco. As gravações demoraram cerca de três meses e durante esse tempo algumas situações curiosas aconteceram. Os caras passaram por um terremoto enquanto gravavam um dos takes da música "Believe Me, Natalie", em outra situação tiveram que lutar contra um incêndio para chegar ao estúdio e gravar "Change Your Mind". Mas a vez que os caras acharam que fossem morrer foi dentro de um avião, voltando da turnê britânica, quando o motor parou e começou a descer em vôo-livre.
A banda tirou seu nome de um vídeo da banda New Order chamado "Crystal". O nome estava escrito na bateria de uma banda fictícia que aparecia no vídeo.O primeiro Álbum, Hot Fuss, vendeu mais de 5 milhões de cópías no mundo, e seu novo Álbum, intitulado Sam's Town, com apenas uma mês e meio no mercado, já passava dos 2,3 milhões de cópias vendidas.Recentemente a banda recebeu os Prêmios de Melhor Banda de Rock, no MTV EMA (European Music Awards), Melhor Grupo Internacional e Melhor Album Internacional (Sam's Town) no Brit Awards 2007, além de Melhor Vídeo (Bones, por Tim Burton) no NME Awards.
Simplesmente eles são os CARAS.
4 - Todas da Sarah McLachlan
Sarah McLachlan é uma cantora e compositora canadense, nascida em Halifax, no Canadá, no dia 28 de janeiro de 1968.
Ainda criança aprendeu a tocar piano clássico e teve aulas de violão e canto. Entrou na escola de arte na mesma época que começou a fazer parte do grupo October Game. A gravadora Nettwerk Records percebeu o talento de Sarah e convidou-a para assinar um contrato. No início, ela preferiu continuar os estudos, mas em 1987, aceitou e mudou-se para Vancouver. O álbum de estréia, “Touch”, saiu em 1988 e teve distribuição da Arista Records.
“Touch” tornou-se sucesso no Canadá e foi lançado mundialmente em 1989. Dois anos depois, Sarah colocou nas lojas “Solace”, que mostrou o amadurecimento profissional da cantora e compositora. Foram 14 meses de promoção do disco, interrompidos pela participação de Sarah em um documentário sobre prostituição infantil e pobreza no Camboja e na Tailândia.
A experiência nos dois países serviu de inspiração para escrever o próximo disco, “Fumbling Towards Ecstasy”. Alguns singles foram para as paradas alternativas norte-americanas, como “Possession” e “Good Enough”, mas o grande estouro estava por vir com o disco “Surfacing”, que chegou ao segundo lugar da parada pop em 1997.
Embalado pelas músicas “Angel”, “Adia” e “Building a Mistery”, o disco chegou a vender mais de 10 milhões de cópias. Em 1997, Sarah criou e comandou o festival itinerante Lilith Fair, que reuniu apenas cantoras, como Sheryl Crow, Jewel e Lauryn Hill. Em três anos de shows, o público reunido foi de 2 milhões de pessoas.
Ocupada com o sucesso, Sarah conseguiu lançar apenas um disco ao vivo dois anos depois, “Mirrorball”. A música “I Will Remember You”, que entrou na trilha sonora do filme “Os Irmãos McMullen”, fez Sarah levar o Grammy 1999 de melhor performance feminina de Pop/Rock. No ano seguinte, ela interpretou a canção “When She Loved Me” no Oscar, onde concorria pelo filme “Toy Story 2”.
Sarah chegou a colocar nas lojas um disco de remix, mas afastou-se dos holofotes para se casar, com o seu baterista Ashwin Sood, e ter a filha, India. Foram seis anos longe do estúdio, até que surgiu “Afterglow”, que significa “brilho ou luz que permanece depois do pôr do sol”. Em setembro de 2003, a cantora comemorou três anos de Sarah McLachlan Music Outreach Program, instituição que promove educação musical gratuita a crianças. A comemoração continuou em 2004, com cinco indicações ao Juno Award, o Grammy canadense.
Em outubro de 2006, Sarah lançou um disco de canções natalinas, Wintersong, onde figuram regravações de John Lennon (Happy Christmas (War is over)) e Joni Mitchell (River), bem como composições próprias. Esse disco foi indicado ao Grammy 2007 na categoria de Melhor Álbum Vocal de Pop Tradicional.
Altissimamente recomendado, ouçam, reflitam e verão do que estou falando...
3 - Todos do Coldplay
Coldplay é uma banda de rock pós-britpop formada em 1998 em Londres, Inglaterra, conhecida por suas músicas melódicas e letras introspectivas.
O Coldplay possui uma sonoridade próxima a de outros artistas como Radiohead, Oasis, Jeff Buckley e Travis. Outras influências são U2, R.E.M, Pink Floyd, John Lennon, The Smiths, Sparklehorse, The Stone Roses, Tom Waits, The Flaming Lips, Neil Young, Echo and the Bunnymen e, mais recentemente, Johnny Cash e Kraftwerk. Antes de sua morte, Cash foi de fato convidado pela banda a gravar uma música pendente, mas não teve a oportunidade de fazê-lo.
O primeiro álbum da banda, Parachutes, saiu em 2000 e ganhou notabilidade pelo estilo único que confluía melancolia e introspecção nas letras, guitarras, violão e piano com bateria e baixo de tom confessional discreto. A faixa mais popular do disco é Yellow, declaração de amor mais explícita dentre todas desse disco.
Desde o lançamento de A Rush of Blood to the Head, seu segundo disco, os Coldplay têm também apoiado várias causas políticas. Eles têm advogado pela campanha "Make Trade Fair" da Oxfam e pela Anistia Internacional. A banda também participou de vários projetos de caridade como o "Band Aid 20", o "Live 8" e o "Teenage Cancer Trust". Chris Martin também protestou contra a invasão do Iraque e apoiou John Kerry.
Preciso dizer mais alguma coisa?...
2 - Craig David - Born To Do It
Craig "Ashley" David, nascido em Southampton, Hampshire na Inglaterra em Maio de 1981, começa desde muito novo a interessar-se por música. Na adolescência compõe suas primeiras músicas, inspirado no hip-hop, no funk, e em estilos musicais tipicamente urbanos e artistas como Terence Trent D'Arby , Sisqo e Donell Jones.
Realiza seus primeiros concertos em clubes noturnos, onde trava conhecimento com Mark Hill, membro dos Artful Dodger. Sua grande oportunidade se dá quando os Artful Dodger o convidam para fazer uma mistura de um tema. Logo o Human League requisitaram o empréstimo do músico britânico, para uma nova mistura.
Junto com Hill, Craig torna-se responsável por um programa radiofónico na Capital Radio, no qual aproveita e põe à prova o seu gênio musical.
Em 2000 lança o single "Fill Me In" e obtém enorme êxito, chegando rapidamente ao topo das tabelas. Craig torna-se então o mais jovem artista britânico masculino a alcançar um primeiro lugar nas paradas. Craig lança logo em seguida o seu álbum de estréia "Born To Do It", que entra para o primeiro lugar nas paradas britânicas, incluindo os singles "Rewind" e "7 Days", chegando ao ouro, platina e múltipla platina em vinte países de todo o mundo. O disco, consiste numa fusão ecléctica de R&B, pop, soul e hip-hop. A juntar a esse feito, Craig conquista, ainda em 2000, três prémios MOBO (como Revelação, Melhor Performance de R&B e Melhor Single da Grã-Bretanha com "Fill Me In").
Mas nem tudo correu bem, já que saiu de mãos abanando nos Brit Awards, em Fevereiro de 2001, sendo indicado para 6 prêmios, incluindo "Melhor Artista Solo Britânico", "Melhor Revelação Britânica", "Melhor Single britânico" para "7Days" entre outros. A indústria musical não gostou então Elton John, U2 ou Robbie Williams vieram em defesa de Craig. Mesmo sem prêmios, os seus discos continuaram a ser sucesso de venda. É também com "Born To Do It" que Missy Elliott, Beyoncé e Usher assumem ser fãs de Craig.
No ano seguinte, em Novembro de 2002 Craig chega com "Slicker Than Your Average", com o single de estréia "What's Your Flava?", que torna-se um dos mais badalados do ano.
Craig David deu um tempinho, para umas merecidas férias, mas quando voltou lançou em 2005: The Story Goes..., mas uma enxurrada de baladas e hits.
Agora em 2007, entre shows e vários singles ele lançou dia 12 de Novembro o novo album Trust Me.
Enfim fiz o resumo da vida do cara, pra vocês verem o quanto ele é bom.
Ouvir Craig David é um experiencia unica, o mercado fonografico está lotado de Rapper's, e do nada aparece um carinho com um R&B dos bons.
1 - Locomotive - The Ramones
Ramones é a minha banda favorita de todos os tempos, e Locolive é o melhor álbum gravado ao vivo em todos os tempos. E porque é preciso amor ao que se, como os Ramones tinham, para se fazer um álbum ao vivo perfeito, porque a grande maioria que existe por aí é uma lástima.
Não gostou da minha lista? Faça a sua também, pois é possível manter alta fidelidade com tudo na vida.
Inspirado no filme Alta Fidelidade resolvi colocar na berlinda os álbuns que mais tocam na minha vida ultimamente, mas diferente do filme esse é um top 10. Gostem ou odeiem apertem o play.
10 –Todos do Pearl Jam
Pearl Jam é uma banda oriunda da cidade de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento local Grunge e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 90. Eles, junto com Nirvana, Soundgarden, Mother Love Bone e Alice in Chains, ajudaram a popularizar o Movimento Grunge no início dos anos 90. Pearl Jam é uma das poucas bandas grunges que continuou ativa até hoje, mesmo após o fim das suas outras bandas contemporâneas.
A banda detém uma marca inusitada, durante a turnê de um de seus álbuns a banda lançou nada menos que 70 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê, suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornou-se um marco, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse os seus lucros para diminuir o preço dos ingressos de seus concertos para que os fãs fossem beneficiados, isso junto ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária tornaram Pearl Jam uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock. Eles tem um som simplesmente inexplicavel.
9 – Todos os do Foo Fighters
Foo Fighters é uma banda de rock dos Estados Unidos formada por Dave Grohl em 1995, após a dissolução de sua antiga banda, o Nirvana, ícone do "som de Seattle" (vulgo "grunge"). Seu nome é uma referência ao termo "foo fighter", usado por aviadores na segunda guerra mundial para descrever fenômenos aéreos misteriosos, considerados OVNIs.
A banda atingiu sucesso internacional, lançando vários hits incluindo "This is a Call", "Everlong", "Learn to Fly", "All my Life", "Times Like These", "Best of You" e "DOA". Dois de seus álbuns, There Is Nothing Left to Lose e One by One, ganharam o Grammy por "Melhor Álbum de Rock". Altamente recomendado
8 – Todos do Audioslave
Audioslave é uma banda de rock alternativo americana formada em 2001. Formada a partir da colaboração do ex-vocalista do Soundgarden, Chris Cornell, com o guitarrista, baixista e baterista dos Rage Against The Machine, Tom Morello, Tim Commerford e Brad Wilk, respectivamente. Em 2002, lançam Audioslave, seu álbum de estréia, que marca pelos sucessos "Cochise", "Show Me How To live" e "Like a Stone".
Já em 2005, é a vez de Out Of Exile, com os sucessos "Be Yourself" e "Doesn't Remind Me". No mesmo ano, a banda torna-se manchete a nível mundial ao gravar um DVD ao vivo em Cuba, indo contra a política norte americana de embargo imposta àquele país. Em 2006, foi lançado o terceiro (e último) álbum da banda, Revelations. No ano seguinte, com o anúncio de uma reunião do Rage Against the Machine durante o Festival Coachella de 2007 , Chris Cornell anunciou sua saída da banda, alegando "diferenças irreconciliáveis".
Apesar do fim da banda, ainda sou um fã incondicional deles.
7 – Todos do Daft Punk
O Daft Punk é atualmente um dos principais projetos de dance music francês. Foi criado por dois artistas parisienses, Guy-Manuel de Homem-Christo (nascido em 8 de Fevereiro de 1974) e Thomas Bangalter (nascido em 3 de Janeiro de 1975).
O nome Daft Punk foi inspirado em um artigo depreciativo, publicado na revista britânica Melody Maker. A revista classificara o primeiro trabalho do duo, gravado em 1992 no estúdio Duophonic, pertencente ao grupo Stereolab - na época, o duo se chamava Darlin' e fazia um rock ao estilo Beach Boys - como "um bando de punks bobos" (em inglês, "a bunch of daft punk").
Musica para se ouvir no trânsito caótico do Rio e relaxar...
6 – Todos do David Guetta
O francês David Guetta (Paris, 7 de Novembro de 1967) é um dos DJs e produtores que combinam o house de Daft Punk com elementos do electroclash. A carreira de Guetta começou a decolar já no final dos anos 80, quando o Acid House invadiu a França e através desse gênero ele promoveu seus próprios eventos. Ganhou destaque no Brasil e no mundo pela faixa "The World is Mine". "The World is Mine" foi lançada no álbum Guetta Blaster (2004) porém, somente em 2006 que ele emplacou no país. David Guetta também produziu remixes importantes para artistas como Benny Benassi, Cassius, Deep Dish e Moby. Grande parte de seus remixes foram feitos em parceria com Joachim Garraud nos remixes das sessões "F**k Me I'm Famous", nome baseado em suas famosas festas de mesmo nome em Ibiza. Para quem só conhece Love Is Gone eu recomendo profundamente ouvir esse álbum de ponta a ponta. E se possivel todos os outros também. Imaginem uma musica que faça você dançar mesmo quando está numa entrevista de emprego ou fazendo qualquer outra coisa importante. Deu para imaginar? Não? Então ouça
5 - Todos do The Killers
A banda começou no final de 2002, quando o vocalista Brandon Flowers respondeu um anúncio colocado por David Keuning em um jornal local de Las Vegas. Na época, Brandon tinha acabado de ser despedido de sua banda anterior por não querer se mudar com o grupo para Los Angeles.
David e Brandon começaram a compor logo que se encontraram e assim escreveram "Mr. Brightside", uma das únicas músicas que eles continuam tocando em todos os shows da banda. Depois de fazer testes com alguns bateiristas e baixistas, os dois musicos conheceram Ronnie Vannucci, um estudante de percussão clássica na universidade de Nevada em Las Vegas e o baixista Mark Stoemer.
Alternando os ensaios entre uma garagem e a Universidade de Ronnie, a banda começou a compor e dar vida às músicas que sairiam mais tarde no primeiro álbum do Killers, Hot Fuss. As músicas falam sobre assassinos, vítimas de AIDS do estúdio 54, namorados andógenos e por aí vai.
As notícias correram rápido sobre a banda e chegaram aos ouvidos de um selo londrino independente chamado Lizard King. Os caras do the Killers assinaram com o selo e saíram em sua primeira turnê, pela Inglaterra. A banda dividiu seu tempo entre sua turnê pela Inglaterra e a gravação do primeiro disco. As gravações demoraram cerca de três meses e durante esse tempo algumas situações curiosas aconteceram. Os caras passaram por um terremoto enquanto gravavam um dos takes da música "Believe Me, Natalie", em outra situação tiveram que lutar contra um incêndio para chegar ao estúdio e gravar "Change Your Mind". Mas a vez que os caras acharam que fossem morrer foi dentro de um avião, voltando da turnê britânica, quando o motor parou e começou a descer em vôo-livre.
A banda tirou seu nome de um vídeo da banda New Order chamado "Crystal". O nome estava escrito na bateria de uma banda fictícia que aparecia no vídeo.O primeiro Álbum, Hot Fuss, vendeu mais de 5 milhões de cópías no mundo, e seu novo Álbum, intitulado Sam's Town, com apenas uma mês e meio no mercado, já passava dos 2,3 milhões de cópias vendidas.Recentemente a banda recebeu os Prêmios de Melhor Banda de Rock, no MTV EMA (European Music Awards), Melhor Grupo Internacional e Melhor Album Internacional (Sam's Town) no Brit Awards 2007, além de Melhor Vídeo (Bones, por Tim Burton) no NME Awards.
Simplesmente eles são os CARAS.
4 - Todas da Sarah McLachlan
Sarah McLachlan é uma cantora e compositora canadense, nascida em Halifax, no Canadá, no dia 28 de janeiro de 1968.
Ainda criança aprendeu a tocar piano clássico e teve aulas de violão e canto. Entrou na escola de arte na mesma época que começou a fazer parte do grupo October Game. A gravadora Nettwerk Records percebeu o talento de Sarah e convidou-a para assinar um contrato. No início, ela preferiu continuar os estudos, mas em 1987, aceitou e mudou-se para Vancouver. O álbum de estréia, “Touch”, saiu em 1988 e teve distribuição da Arista Records.
“Touch” tornou-se sucesso no Canadá e foi lançado mundialmente em 1989. Dois anos depois, Sarah colocou nas lojas “Solace”, que mostrou o amadurecimento profissional da cantora e compositora. Foram 14 meses de promoção do disco, interrompidos pela participação de Sarah em um documentário sobre prostituição infantil e pobreza no Camboja e na Tailândia.
A experiência nos dois países serviu de inspiração para escrever o próximo disco, “Fumbling Towards Ecstasy”. Alguns singles foram para as paradas alternativas norte-americanas, como “Possession” e “Good Enough”, mas o grande estouro estava por vir com o disco “Surfacing”, que chegou ao segundo lugar da parada pop em 1997.
Embalado pelas músicas “Angel”, “Adia” e “Building a Mistery”, o disco chegou a vender mais de 10 milhões de cópias. Em 1997, Sarah criou e comandou o festival itinerante Lilith Fair, que reuniu apenas cantoras, como Sheryl Crow, Jewel e Lauryn Hill. Em três anos de shows, o público reunido foi de 2 milhões de pessoas.
Ocupada com o sucesso, Sarah conseguiu lançar apenas um disco ao vivo dois anos depois, “Mirrorball”. A música “I Will Remember You”, que entrou na trilha sonora do filme “Os Irmãos McMullen”, fez Sarah levar o Grammy 1999 de melhor performance feminina de Pop/Rock. No ano seguinte, ela interpretou a canção “When She Loved Me” no Oscar, onde concorria pelo filme “Toy Story 2”.
Sarah chegou a colocar nas lojas um disco de remix, mas afastou-se dos holofotes para se casar, com o seu baterista Ashwin Sood, e ter a filha, India. Foram seis anos longe do estúdio, até que surgiu “Afterglow”, que significa “brilho ou luz que permanece depois do pôr do sol”. Em setembro de 2003, a cantora comemorou três anos de Sarah McLachlan Music Outreach Program, instituição que promove educação musical gratuita a crianças. A comemoração continuou em 2004, com cinco indicações ao Juno Award, o Grammy canadense.
Em outubro de 2006, Sarah lançou um disco de canções natalinas, Wintersong, onde figuram regravações de John Lennon (Happy Christmas (War is over)) e Joni Mitchell (River), bem como composições próprias. Esse disco foi indicado ao Grammy 2007 na categoria de Melhor Álbum Vocal de Pop Tradicional.
Altissimamente recomendado, ouçam, reflitam e verão do que estou falando...
3 - Todos do Coldplay
Coldplay é uma banda de rock pós-britpop formada em 1998 em Londres, Inglaterra, conhecida por suas músicas melódicas e letras introspectivas.
O Coldplay possui uma sonoridade próxima a de outros artistas como Radiohead, Oasis, Jeff Buckley e Travis. Outras influências são U2, R.E.M, Pink Floyd, John Lennon, The Smiths, Sparklehorse, The Stone Roses, Tom Waits, The Flaming Lips, Neil Young, Echo and the Bunnymen e, mais recentemente, Johnny Cash e Kraftwerk. Antes de sua morte, Cash foi de fato convidado pela banda a gravar uma música pendente, mas não teve a oportunidade de fazê-lo.
O primeiro álbum da banda, Parachutes, saiu em 2000 e ganhou notabilidade pelo estilo único que confluía melancolia e introspecção nas letras, guitarras, violão e piano com bateria e baixo de tom confessional discreto. A faixa mais popular do disco é Yellow, declaração de amor mais explícita dentre todas desse disco.
Desde o lançamento de A Rush of Blood to the Head, seu segundo disco, os Coldplay têm também apoiado várias causas políticas. Eles têm advogado pela campanha "Make Trade Fair" da Oxfam e pela Anistia Internacional. A banda também participou de vários projetos de caridade como o "Band Aid 20", o "Live 8" e o "Teenage Cancer Trust". Chris Martin também protestou contra a invasão do Iraque e apoiou John Kerry.
Preciso dizer mais alguma coisa?...
2 - Craig David - Born To Do It
Craig "Ashley" David, nascido em Southampton, Hampshire na Inglaterra em Maio de 1981, começa desde muito novo a interessar-se por música. Na adolescência compõe suas primeiras músicas, inspirado no hip-hop, no funk, e em estilos musicais tipicamente urbanos e artistas como Terence Trent D'Arby , Sisqo e Donell Jones.
Realiza seus primeiros concertos em clubes noturnos, onde trava conhecimento com Mark Hill, membro dos Artful Dodger. Sua grande oportunidade se dá quando os Artful Dodger o convidam para fazer uma mistura de um tema. Logo o Human League requisitaram o empréstimo do músico britânico, para uma nova mistura.
Junto com Hill, Craig torna-se responsável por um programa radiofónico na Capital Radio, no qual aproveita e põe à prova o seu gênio musical.
Em 2000 lança o single "Fill Me In" e obtém enorme êxito, chegando rapidamente ao topo das tabelas. Craig torna-se então o mais jovem artista britânico masculino a alcançar um primeiro lugar nas paradas. Craig lança logo em seguida o seu álbum de estréia "Born To Do It", que entra para o primeiro lugar nas paradas britânicas, incluindo os singles "Rewind" e "7 Days", chegando ao ouro, platina e múltipla platina em vinte países de todo o mundo. O disco, consiste numa fusão ecléctica de R&B, pop, soul e hip-hop. A juntar a esse feito, Craig conquista, ainda em 2000, três prémios MOBO (como Revelação, Melhor Performance de R&B e Melhor Single da Grã-Bretanha com "Fill Me In").
Mas nem tudo correu bem, já que saiu de mãos abanando nos Brit Awards, em Fevereiro de 2001, sendo indicado para 6 prêmios, incluindo "Melhor Artista Solo Britânico", "Melhor Revelação Britânica", "Melhor Single britânico" para "7Days" entre outros. A indústria musical não gostou então Elton John, U2 ou Robbie Williams vieram em defesa de Craig. Mesmo sem prêmios, os seus discos continuaram a ser sucesso de venda. É também com "Born To Do It" que Missy Elliott, Beyoncé e Usher assumem ser fãs de Craig.
No ano seguinte, em Novembro de 2002 Craig chega com "Slicker Than Your Average", com o single de estréia "What's Your Flava?", que torna-se um dos mais badalados do ano.
Craig David deu um tempinho, para umas merecidas férias, mas quando voltou lançou em 2005: The Story Goes..., mas uma enxurrada de baladas e hits.
Agora em 2007, entre shows e vários singles ele lançou dia 12 de Novembro o novo album Trust Me.
Enfim fiz o resumo da vida do cara, pra vocês verem o quanto ele é bom.
Ouvir Craig David é um experiencia unica, o mercado fonografico está lotado de Rapper's, e do nada aparece um carinho com um R&B dos bons.
1 - Locomotive - The Ramones
Ramones é a minha banda favorita de todos os tempos, e Locolive é o melhor álbum gravado ao vivo em todos os tempos. E porque é preciso amor ao que se, como os Ramones tinham, para se fazer um álbum ao vivo perfeito, porque a grande maioria que existe por aí é uma lástima.
Não gostou da minha lista? Faça a sua também, pois é possível manter alta fidelidade com tudo na vida.
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quarta-feira, dezembro 05, 2007
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Porque mesmo com diferenças...
Então um belo dia você está ali, quieto em seu mundinho, quando subitamente aparece aquele moço ou aquela moça com quem você descobre ter infinitas afinidades. Vocês curtem os mesmo tipos de música, na infância freqüentaram os mesmos lugares, o pensamento de vocês é complemento um do outro. E assim nasceu uma bela amizade que é capaz de superar até mesmo cataclismas temporais como chuva, granizo e terremoto. Mas, (sempre tem um mas) nem tudo é perfeito e há sempre alguns pontos em que vocês discordam, e não há deus no céu ou capeta no inferno que faça vocês mudarem de opinião. E não torçam os narizes, vós melhores amigos e amigas, analisem antes os fatos:
1) Você é capitalista seu amigo (ou amiga) anarquista
Você sente o tilintar das moedas em suas veias; você é capaz de se adequar a esse terrível sistema sugador de dinheiro para proporcionar bem estar aos seus; você não liga de fazer duas faculdades seguidas para alcançar seus objetivos. Parabéns! Você é capitalista com orgulho e bate no peito. Seu amigo não acredita em nenhuma forma de governo, ou de poder para o homem; acredita que as pessoas deveriam governa a si próprias; se ele pudesse, tomaria conta de si e procuraria algo que gostasse de fazer, pois a sociedade seria capaz de prover isso às pessoas. Parabéns! Seu amigo é anarquista e suas idéias e visões políticas não combinam.
2) Você torce para o Flamengo, seu amigo (ou amiga) torce pelo Vasco.
Final do Campeonato Brasileiro de Futebol, e os dois times vão se enfrentar. Vocês combinam de ver o jogo de locais diferentes para não sair briga, mas quando sai o primeiro gol do Flamengo a primeira coisa que acontece é o seu telefone tocando e do outro lado da linha em meio a berros de comemoração ouve aquela voz amiga dizendo: “Tomou, pó – de – arroz?”.
3) Você se amarra em filmes Europeus e Filosofia, seu amigo, filmes Americanos e Sociologia.
Quando você sai de uma sessão de cinema puramente filosófica diz a si mesmo: “Penso, logo existo”. Seu amigo sai da sessão de X-Man 3 e pensa: “Como seria a organização da sociedade se realmente tivéssemos seres mutantes?”.
4) Vocês dois adoram punk rock autentico, mas...
Vocês só ficaram amigos porque você estava envergando sua camiseta do Ramones/ Bad Religion/ The Clash no dia em que se encontraram pela primeira vez na festa de amigos em comum. Você, porém tem um lado Britpop (Pop Britânico) que tende a Franz Ferdinand, e quando você chama seu amigo para o show... ele torce o bico e diz que já gastou o dinheiro com os ingressos para ver The Hives.
Ai, você que está lendo virá e me pergunta: “Mas, com todas essas diferenças, como vocês ainda conseguem ser amigos?”, e eu respondo “Porque mesmo com diferenças, a amizade sempre vence, e sem elas não teria a mesma graça”.
1) Você é capitalista seu amigo (ou amiga) anarquista
Você sente o tilintar das moedas em suas veias; você é capaz de se adequar a esse terrível sistema sugador de dinheiro para proporcionar bem estar aos seus; você não liga de fazer duas faculdades seguidas para alcançar seus objetivos. Parabéns! Você é capitalista com orgulho e bate no peito. Seu amigo não acredita em nenhuma forma de governo, ou de poder para o homem; acredita que as pessoas deveriam governa a si próprias; se ele pudesse, tomaria conta de si e procuraria algo que gostasse de fazer, pois a sociedade seria capaz de prover isso às pessoas. Parabéns! Seu amigo é anarquista e suas idéias e visões políticas não combinam.
2) Você torce para o Flamengo, seu amigo (ou amiga) torce pelo Vasco.
Final do Campeonato Brasileiro de Futebol, e os dois times vão se enfrentar. Vocês combinam de ver o jogo de locais diferentes para não sair briga, mas quando sai o primeiro gol do Flamengo a primeira coisa que acontece é o seu telefone tocando e do outro lado da linha em meio a berros de comemoração ouve aquela voz amiga dizendo: “Tomou, pó – de – arroz?”.
3) Você se amarra em filmes Europeus e Filosofia, seu amigo, filmes Americanos e Sociologia.
Quando você sai de uma sessão de cinema puramente filosófica diz a si mesmo: “Penso, logo existo”. Seu amigo sai da sessão de X-Man 3 e pensa: “Como seria a organização da sociedade se realmente tivéssemos seres mutantes?”.
4) Vocês dois adoram punk rock autentico, mas...
Vocês só ficaram amigos porque você estava envergando sua camiseta do Ramones/ Bad Religion/ The Clash no dia em que se encontraram pela primeira vez na festa de amigos em comum. Você, porém tem um lado Britpop (Pop Britânico) que tende a Franz Ferdinand, e quando você chama seu amigo para o show... ele torce o bico e diz que já gastou o dinheiro com os ingressos para ver The Hives.
Ai, você que está lendo virá e me pergunta: “Mas, com todas essas diferenças, como vocês ainda conseguem ser amigos?”, e eu respondo “Porque mesmo com diferenças, a amizade sempre vence, e sem elas não teria a mesma graça”.
- Dá um abraço aqui Pó-de- Arroz
- Só se for agora gambá
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quarta-feira, dezembro 05, 2007
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Você é responsável?
Numa época de dificuldade financeira, escassez dos meios produtivos, abuso de mão – de – obra semi – escrava (em pleno século XXI), em que há milhares de famintos enquanto a produção mundial de alimentos é suficiente para atender a todos os habitantes da terra, é difícil permanecer impassível a todas essas situações.
Estou lendo um livro bastante interessante chamado: “Como mudar o mundo” de David Bornstein que trata justamente da questão do empreendedorismo social e do poder de novas idéias. Por empreendedorismo social o autor define aquelas pessoas cujas idéias, projeto e ações visam não apenas melhorar a posição financeira e social de um indivíduo, mas sim aquelas que trazem benefícios a pelo menos uma parcela “especial” da sociedade e tem capacidade de ser auto - suficiente, ou seja, gerar o suficiente para se manter se a intervenção governamental. As famosas Ong´s espalhadas ao redor do mundo sintetizam perfeitamente essa idéia.
Mas, obviamente, não é necessário que você e eu, meros mortais abramos mão de nossas vidas comuns para começar um projeto social, como os casos relatados no livro. Creio que pequenas ações no dia – a – dia nos tornam pequenos empreendedores, tais como:
1- Ajudar instituições de apoio a crianças com deficiências ou lar que acolhem idosos:
Existem centenas de milhares desses tipos de instituições, e claro que todas merecem nosso apoio. Mas, até onde eu saiba ninguém aqui ganhou na mega sena para tanto, e nem todos os lugares são realmente sérios. Vemos todos os dias lugares que maltratam seus pacientes. Então, uma coisa legal a se fazer é tirar um dia de sua folga e tentar visitar um desses lugares, ver como cuidam dos pacientes, se realmente são digno de ajuda, e aí sim dedicar parte de sua renda para elas.
2- Ser voluntário:
Como citado acima existem instituições espalhadas pelo mundo todo, e nem todas são especializadas apenas em cuidar de idoso e crianças. Existem também aquelas que buscam ensinar algo de novo para a comunidade, como o projeto Olodum que ensina música para as crianças, o projeto Riovoluntários(http://www.riovoluntario.org.br/) aqui mesmo no Rio de Janeiro que ensina línguas estrangeiras, matemática e português para pessoas carentes. Claro que para ser voluntário é necessário preparo e treinamento, mas compartilhar o que você sabe com as pessoas que precisam já é uma forma de voluntariado.
3- Doar alimentos
Como eu disse acima a produção de alimentos no mundo seria capaz de atender a população de todo planeta, mas claro que por questões políticas e burocráticas isso não ocorre. Então, por que não destinar aquele pacote de bolachas, de farinha e arroz que você sabe que sua família não vai consumir para quem precisa? Sempre há quem precise mesmo ser ajudado e sempre há quem possa ajudar.
4- Autorize a doação dos seus órgãos.
Doar órgão é um ato de amor ao próximo, a despeito da imensa polêmica que o envolve. Serei sucinta: uma vez que seu corpo carnal esteja morto você não precisará mais dos seus órgãos; tem de agradecer profundamente que eles lhe foram úteis e perfeitos durante sua vida, mas depois disso eles podem ajudar uma mãe a ter seu filho perto dela por mais tempo, uma família a não perder seu pai, uma criança cega ver a luz do sol de novo.
Pequenos atos do nosso cotidiano podem nos tornar socialmente responsáveis; pense nisso.
Estou lendo um livro bastante interessante chamado: “Como mudar o mundo” de David Bornstein que trata justamente da questão do empreendedorismo social e do poder de novas idéias. Por empreendedorismo social o autor define aquelas pessoas cujas idéias, projeto e ações visam não apenas melhorar a posição financeira e social de um indivíduo, mas sim aquelas que trazem benefícios a pelo menos uma parcela “especial” da sociedade e tem capacidade de ser auto - suficiente, ou seja, gerar o suficiente para se manter se a intervenção governamental. As famosas Ong´s espalhadas ao redor do mundo sintetizam perfeitamente essa idéia.
Mas, obviamente, não é necessário que você e eu, meros mortais abramos mão de nossas vidas comuns para começar um projeto social, como os casos relatados no livro. Creio que pequenas ações no dia – a – dia nos tornam pequenos empreendedores, tais como:
1- Ajudar instituições de apoio a crianças com deficiências ou lar que acolhem idosos:
Existem centenas de milhares desses tipos de instituições, e claro que todas merecem nosso apoio. Mas, até onde eu saiba ninguém aqui ganhou na mega sena para tanto, e nem todos os lugares são realmente sérios. Vemos todos os dias lugares que maltratam seus pacientes. Então, uma coisa legal a se fazer é tirar um dia de sua folga e tentar visitar um desses lugares, ver como cuidam dos pacientes, se realmente são digno de ajuda, e aí sim dedicar parte de sua renda para elas.
2- Ser voluntário:
Como citado acima existem instituições espalhadas pelo mundo todo, e nem todas são especializadas apenas em cuidar de idoso e crianças. Existem também aquelas que buscam ensinar algo de novo para a comunidade, como o projeto Olodum que ensina música para as crianças, o projeto Riovoluntários(http://www.riovoluntario.org.br/) aqui mesmo no Rio de Janeiro que ensina línguas estrangeiras, matemática e português para pessoas carentes. Claro que para ser voluntário é necessário preparo e treinamento, mas compartilhar o que você sabe com as pessoas que precisam já é uma forma de voluntariado.
3- Doar alimentos
Como eu disse acima a produção de alimentos no mundo seria capaz de atender a população de todo planeta, mas claro que por questões políticas e burocráticas isso não ocorre. Então, por que não destinar aquele pacote de bolachas, de farinha e arroz que você sabe que sua família não vai consumir para quem precisa? Sempre há quem precise mesmo ser ajudado e sempre há quem possa ajudar.
4- Autorize a doação dos seus órgãos.
Doar órgão é um ato de amor ao próximo, a despeito da imensa polêmica que o envolve. Serei sucinta: uma vez que seu corpo carnal esteja morto você não precisará mais dos seus órgãos; tem de agradecer profundamente que eles lhe foram úteis e perfeitos durante sua vida, mas depois disso eles podem ajudar uma mãe a ter seu filho perto dela por mais tempo, uma família a não perder seu pai, uma criança cega ver a luz do sol de novo.
Pequenos atos do nosso cotidiano podem nos tornar socialmente responsáveis; pense nisso.
“Sozinhos nada podemos, mas juntos podemos fazer do mundo um lugar mais justo”.
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quarta-feira, dezembro 05, 2007
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Dentro de uma mente Maligna Parte I
Contos
Ele fora acolhido com todo amor e respeito no seio daquela família humilde. Tinha vindo do nada e seu passado obscuro costumava assustar o pequeno povoado de Samesville, mas não a Joseph e Emilly McKent, pais de Sarah.
Joseph era um homem cristão e acreditava que a melhor forma de caridade era auxiliar o próximo, por isso, quando acolheu Tommas sob o mesmo teto que sua família acreditou que Deus o esteva usando como instrumento de sua infinita bondade.
A fazenda McKent era uma imensa área verde coberta de ponta – a – ponta de árvores frutíferas, plantações de milho ao norte e de soja ao sul, deixando a casa praticamente invisível para quem vinha pela estrada de terra que ligava as fazendas da região ao centro de Samesville.
Tommas era um rapaz forte, alto, mãos calejadas pelo árduo trabalho – afirmava ele – olhos de um azul profundo e cabelos da cor do trigo que era iluminado todas as manhãs pelo sol. Tinha o corpo definido e provocava suspiros nas pudicas moças da cidade quando acompanhava Joseph no antigo jipe da família para comprar suprimentos para a fazenda. Os pais de família e fazendeiros amigos do Sr. McKent constantemente lhe diziam que não confiavam em Tommas, que por trás daqueles olhos habitava crueldade, porém Joseph rebatia dizendo que para quem ama Deus todos os perigos estão longe.
Numa bela tarde próximo do outono Emilly estava dentro de casa preparando pão de milho para servir o jantar e o delicioso perfume invadia o ar. Joseph, que trabalhara duro o dia todo resolveu entrar na casa, mas Tom (como era chamado agora) disse que iria se lavar primeiro e depois entraria para jantar, pois agora era como uma pessoa da casa. O sol começou a desaparecer no horizonte e Emilly preocupada começou a chamar Sarah pela fazenda, mas a garota não respondia. Foi até o estábulo, até a casa da árvore e nada da menina. Alarmada chamou Joseph para ajudá-la, porém não a encontraram. Tom também havia desaparecido e o coração do casal começou a pesar pensando em quanto haviam sido ingênuos.
A busca continuou por mais dois dias com a ajuda de todos os fazendeiros da região, até que para pesar do jovem casal encontram o corpo de Sarah, inerte próximo a um lago, o sangue manchando o vestido azul e os cabelos ruivos, a face pálida devido ao sufocamento provocado com seu próprio laço de cabelo, e corpo abusado por um monstro. Seis meses depois Tom foi localizado numa cidade da região acusado do estupro de uma senhora de oitenta anos, e condenado à pena de morte.
Esse conto foi baseado na música Forest do álbum Toxicity do System of a Down que conta a história de um estuprador na visão do mesmo, e do personagem William "Wild Bill" Wharton do livro “Green line” (romance de Stephen King) e filme À espera de um milagre de (direção e roteiro de Frank Darabont). Mais do que um conto sinistro sobre o lado obscuro da mente humana, esse é um alerta a todas as famílias: cuidem de suas crianças sejam meninos ou meninas, vamos botar um fim à violência sexual, pois muitas vezes o inimigo está em nossos lares.
Joseph era um homem cristão e acreditava que a melhor forma de caridade era auxiliar o próximo, por isso, quando acolheu Tommas sob o mesmo teto que sua família acreditou que Deus o esteva usando como instrumento de sua infinita bondade.
A fazenda McKent era uma imensa área verde coberta de ponta – a – ponta de árvores frutíferas, plantações de milho ao norte e de soja ao sul, deixando a casa praticamente invisível para quem vinha pela estrada de terra que ligava as fazendas da região ao centro de Samesville.
Tommas era um rapaz forte, alto, mãos calejadas pelo árduo trabalho – afirmava ele – olhos de um azul profundo e cabelos da cor do trigo que era iluminado todas as manhãs pelo sol. Tinha o corpo definido e provocava suspiros nas pudicas moças da cidade quando acompanhava Joseph no antigo jipe da família para comprar suprimentos para a fazenda. Os pais de família e fazendeiros amigos do Sr. McKent constantemente lhe diziam que não confiavam em Tommas, que por trás daqueles olhos habitava crueldade, porém Joseph rebatia dizendo que para quem ama Deus todos os perigos estão longe.
Numa bela tarde próximo do outono Emilly estava dentro de casa preparando pão de milho para servir o jantar e o delicioso perfume invadia o ar. Joseph, que trabalhara duro o dia todo resolveu entrar na casa, mas Tom (como era chamado agora) disse que iria se lavar primeiro e depois entraria para jantar, pois agora era como uma pessoa da casa. O sol começou a desaparecer no horizonte e Emilly preocupada começou a chamar Sarah pela fazenda, mas a garota não respondia. Foi até o estábulo, até a casa da árvore e nada da menina. Alarmada chamou Joseph para ajudá-la, porém não a encontraram. Tom também havia desaparecido e o coração do casal começou a pesar pensando em quanto haviam sido ingênuos.
A busca continuou por mais dois dias com a ajuda de todos os fazendeiros da região, até que para pesar do jovem casal encontram o corpo de Sarah, inerte próximo a um lago, o sangue manchando o vestido azul e os cabelos ruivos, a face pálida devido ao sufocamento provocado com seu próprio laço de cabelo, e corpo abusado por um monstro. Seis meses depois Tom foi localizado numa cidade da região acusado do estupro de uma senhora de oitenta anos, e condenado à pena de morte.
Esse conto foi baseado na música Forest do álbum Toxicity do System of a Down que conta a história de um estuprador na visão do mesmo, e do personagem William "Wild Bill" Wharton do livro “Green line” (romance de Stephen King) e filme À espera de um milagre de (direção e roteiro de Frank Darabont). Mais do que um conto sinistro sobre o lado obscuro da mente humana, esse é um alerta a todas as famílias: cuidem de suas crianças sejam meninos ou meninas, vamos botar um fim à violência sexual, pois muitas vezes o inimigo está em nossos lares.
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